A Alegria de ser Padre da Comunidade Emanuel

DSC_0339_-_CopiePor que me alegro (todos os dias) por ser membro da Comunidade Emanuel

Quando tive o apelo ao sacerdócio, em 1980, eu não era membro da Comunidade Emanuel, nem sequer a conhecia. Encontrei-a só em 1982, no momento de entrar no seminário. Fui fortemente tocado durante uma sessão memorável para mim em Paray-le-Monial e, dois anos depois, pedi para entrar na Comunidade. Nesse momento, o meu bispo dessa época não aceitou e eu tive de esperar, pacientemente, à porta, durante quatro anos. Sabia, contudo, que o meu apelo era aquele e este tempo foi doloroso. Esta espera, no entanto, mostrou-me o valor das coisas! Quando nos encontramos diante de algo que não temos, percebemos melhor o seu valor! É uma lição que nunca mais esqueci e que me deu verdadeiramente “o gosto” dos irmãos.

Depois, comecei o meu ministério de padre em 1987. Compreendo hoje que teria sido completamente diferente se não o tivesse exercido com o apoio da Comunidade e, na maior parte das vezes, em ligação estreita com os irmãos. Um padre sozinho, mesmo sendo um bom padre, tem dificuldades em avançar. Mas, se age com os irmãos, o poder da sua ação é decuplicado. Fui nomeado pároco em Bordéus, numa paróquia morta, que se falava mesmo em fechar. Já não tinha ninguém. Mas a Comunidade empenhou-se de tal maneira que, alguns anos depois, nalgumas festas, quase que a igreja não era suficientemente grande para tanta gente. O orçamento tinha triplicado em seis anos. Vivi isto de outras formas, um número considerável de vezes, e vivo-o cotidianamente no meu ministério atual. Falar da alegria dada pelos irmãos é para mim algo de vital.

Pe. Bernard Peyrous, (França)

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